Mais um filme de domingo à tarde. Eu gostei
Depois de um título destes as expectativas não podem ser grandes portanto, sejam bem-vindos!
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Amar... É Complicado (2009)
Jane (Streep), mãe de três filhos já crescidos, proprietária de um restaurante/confeitaria em Santa Barbara, tem - após uma década de divórcio - uma relação amigável com o seu ex-marido, o advogado Jake (Baldwin). Mas quando Jane e Jake se encontram fora da cidade, por ocasião da cerimónia de final de curso do seu filho, as coisas começam a complicar-se. Uma inocente refeição a dois transforma-se no inimaginável - um caso. Com Jake casado com a bem mais jovem Agness (Lake Bell), Jane é agora a "outra" mulher. Apanhado no meio do renovado romance está Adam (Martin), um arquitecto contratado para remodelar a cozinha de Jane. Ele próprio em recuperação de um sofrido divórcio, apaixona-se por Jane, mas rapidamente se apercebe que faz parte de um triângulo amoroso. in Cinema PTGate
Bem-vindo ao Norte (2008)
Para fazer a vontade à sua mulher Julie, que se encontra bastante deprimida, o administrador dos correios Philippe Abrams (Kad Merad) faz tudo para conseguir transferência para o soalheiro Sul de França. Mas quando Philippe é apanhado a fazer vigarices para conseguir o novo lugar, o castigo não podia ser pior: para pagar as suas asneiras ele terá de trabalhar durante três anos, na estação dos correios de Nord Pas de Calais, uma das regiões mais industriais e frias do País. Depressa, porém, ele vê-se a passar bons momentos com os afáveis e bem-humorados habitantes do Norte, acostumando-se à sua peculiar cozinha e até mesmo a aprender o dialecto local, o incompreensível Ch’ti... in Cinema PTGate
Já tinha ouvido falar tãããããão bem do filme que... Não achei assim nada de extraordinário :)
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Salt (2010)
Angelina Jolie é Evelyn Salt, uma agente da CIA respeitada por todos, até ao dia em que um desertor a acusa de ser uma espia Russa. Quando a sua lealdade é posta em causa, Salt foge e utiliza as suas aptidões e anos de experiência como agente secreta, de modo a não ser capturada. À medida que Salt faz de tudo para provar a sua inocência, mais dúvidas se levantam, continuando assim a busca pela sua verdadeira identidade. Só há uma pergunta a fazer: "Quem é Salt?". in Cinema PTGate
Epá... o fim... enfim... Do filme em si estava à espera de pior por isso, e com as expectativas no negativo, o saldo é positivo, mas o fim...
Epá... o fim... enfim... Do filme em si estava à espera de pior por isso, e com as expectativas no negativo, o saldo é positivo, mas o fim...
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
E tão bem que me soube!
Sair de casa às 22h para ir beber apenas um café, com um grupo onde só conhecia uma pessoa.
Chegar a casa às 3h30 e hoje, estranhamente dói-me ligeiramente a cabeça e tenho a boca a saber a jornal.
De resto, foi óptimo estar com pessoas diferentes. Foi óptimo ter ido, sabendo que não ia conhecer ninguém, se fosse há um tempo atrás tal coisa não me passaria pela cabeça. Foi óptimo ponto
Chegar a casa às 3h30 e hoje, estranhamente dói-me ligeiramente a cabeça e tenho a boca a saber a jornal.
De resto, foi óptimo estar com pessoas diferentes. Foi óptimo ter ido, sabendo que não ia conhecer ninguém, se fosse há um tempo atrás tal coisa não me passaria pela cabeça. Foi óptimo ponto
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Parece eu que me estou a preparar para os Jogos Olímpicos
Eu, que prai desde o 9º ano não faço desporto regularmente, esta semana já é a quarta vez. E que dia é hoje? Quinta! Agora façam as contas. Nestes 4 dias já fiz mais exercicio do que provavelmente num semestre inteiro.
É ver-me correr e andar de bicicleta como se não houvesse amanhã.
Porquê?
Porque me sabe bem, porque me cansa mas em bom, porque gosto de pensar, organizar, planear, estruturar a minha vida ou o meu dia (que eu não sou muito de planos a longo prazo) enquanto mexo o corpo, com a música certa mantendo-me no meu mundo.
Fora do ginásio, diga-se. Que eu não gosto de mensalidades, personal trainers, e coisas do género.
É ver-me correr e andar de bicicleta como se não houvesse amanhã.
Porquê?
Porque me sabe bem, porque me cansa mas em bom, porque gosto de pensar, organizar, planear, estruturar a minha vida ou o meu dia (que eu não sou muito de planos a longo prazo) enquanto mexo o corpo, com a música certa mantendo-me no meu mundo.
Fora do ginásio, diga-se. Que eu não gosto de mensalidades, personal trainers, e coisas do género.
terça-feira, 24 de agosto de 2010
A Mulher do Viajante no Tempo (2009)
"Clare (Rachel McAdams) sempre foi apaixonada por Henry (Eric Bana). Ela acredita que estão destinados a ficar juntos, mesmo que a separação esteja sempre eminente: Henry é um viajante no tempo, amaldiçoado com uma anomalia genética rara que faz com que viva a sua vida num tempo cronológico inconstante, sendo atirado para o passado e para o futuro, sem qualquer controlo. Apesar das viagens de Henry os forçarem a separarem-se sem qualquer aviso, Clare tenta, desesperadamente, construir uma vida junto do seu verdadeiro amor." in Cinema PTGate
Isto é o resultado de nunca ler sinopses, de ir atrás do que oiço falar e de (neste caso) não ter ligado nenhuma ao título do filme :)
O título não podia ser mais específico, agora pergunto-me: se não vou à bola com estas coisas das viagens no tempo para que raio fui ver este filme? E sinceramente... Se já é mau quando por qualquer motivo as personagens conseguem viajar no tempo pior é quando viajam no tempo sem razão nenhuma.
Este filme, na minha opinião (obviamente) é muito parvo. E pronto, nada mais a acrescentar.
Isto é o resultado de nunca ler sinopses, de ir atrás do que oiço falar e de (neste caso) não ter ligado nenhuma ao título do filme :)
O título não podia ser mais específico, agora pergunto-me: se não vou à bola com estas coisas das viagens no tempo para que raio fui ver este filme? E sinceramente... Se já é mau quando por qualquer motivo as personagens conseguem viajar no tempo pior é quando viajam no tempo sem razão nenhuma.
Este filme, na minha opinião (obviamente) é muito parvo. E pronto, nada mais a acrescentar.

*Ficha técnica ao clickar no poster
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Só me acontece a mim?
Depois do alivio inicial estranhado no fim da relação dou por mim a sentir falta de falar com ele. Será só um caso de habituação? Será que estava tão habituada a ter ali alguém que agora sinto falta do last call of the day?
Uma coisa é certa, nós não estávamos bem. Eu acho que já não gosto dele. Sei que já não o amo. E tenho a certeza que ele não me ama.
Isto vai passar, certo?
Quero avançar com a minha vida. Quero seguir em frente. Quero ter comigo uma pessoa que goste de estar comigo. Que tenha objectivos de vida. Que queira viajar. Que queira conhecer coisas novas. Que esteja disposto a ceder, para não ser sempre eu a fazê-lo. E sei que ele não é este homem. Não agora, pelo menos.
Quero-lhe ligar mas resisto.
Isto passa, não passa?
Uma coisa é certa, nós não estávamos bem. Eu acho que já não gosto dele. Sei que já não o amo. E tenho a certeza que ele não me ama.
Isto vai passar, certo?
Quero avançar com a minha vida. Quero seguir em frente. Quero ter comigo uma pessoa que goste de estar comigo. Que tenha objectivos de vida. Que queira viajar. Que queira conhecer coisas novas. Que esteja disposto a ceder, para não ser sempre eu a fazê-lo. E sei que ele não é este homem. Não agora, pelo menos.
Quero-lhe ligar mas resisto.
Isto passa, não passa?
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Será tarde demais?
Talvez este texto pareça uma crónica de uma mulher isolada do mundo e das pessoas, com um ar de coitadinha. Não é. É apenas o resultado de algum tempo livre, e de algum crescimento pessoal.
As coisas na minha vida foram acontecendo, raramente fiz planos, e sempre que os tentei fazer acontecia alguma coisa que obrigava a uma (ou várias) alteração de última hora.
Tenho 29,5 anos (meio ano pode ser muito importante, 'tá?). Quando todos os meus amigos começaram a sair mais frequentemente e até mais tarde, e para mais longe, eu, por circunstâncias da vida, comecei a ficar mais em casa. Umas vezes por opção, outras por imposição, outras porque me impunha a mim própria, e nunca saberei se foram realmente necessárias. Fiz 2 anos de faculdade sem preocupações a nível de saídas. Ia a todas as festas, começaram a surgir mais conhecimentos, mais pessoas, as pessoas começaram a dar-se cada vez mais e... Ao fim de 2 anos tive de começar a trabalhar. Conseguia ir a festas da faculdade, mas não com tanta frequência, conseguia estar com as pessoas à mesma mas em horários mais limitados, que nem sempre eram conciliáveis. Acabada a faculdade começo a trabalhar, mantendo o outro emprego que tinha. Tempo livre? Não me lembro dele, trabalhava cerca de 14/16h por dia e as pessoas foram começando a diminuir. Não as censuro. Sabiam que desse por onde desse ou estava num emprego ou estava noutro, se tinha folga de um não tinha de outro, etc. Dois anos e uns meses com estes horários e passo a ter apenas um emprego, fiquei com aquele que não tinha horários fixos, que não tinha fins-de-semana, que me ocupava algumas noites, mas que me fazia mais feliz. Mas que continuava a condicionar as saídas porque nunca ninguém sabia onde eu andava.
Passados 29,5 anos estou desempregada.
Pela primeira vez em 29,5 anos não tenho aulas, não tenho dois empregos, nem sequer um. Pela primeira vez em 29,5 anos estou completamente livre 24h/dia.
E além daquelas coisas que todos os desempregados fazem (ou deviam) para sair dessa situação tenho tido muito tempo para pensar.
E pergunto-me, passados 29,5 anos, será que ainda vou a tempo de apanhar o combóio em que a maioria dos meus amigos seguiu? Será que ainda vou a tempo de se lembrarem de mim quando se combinam coisas porque já não existe o factor "estou a trabalhar"? Será que vou a tempo de fazer novas amizades?
Dou comigo a pensar, como é que em 29,5 anos foram poucos em que dei prioridade a outras coisas que não fosse o trabalho?
Dou comigo a pensar que aquilo que eu batalhei para que nunca me faltasse é a única coisa que não tenho agora.
Dou comigo a pensar que provavelmente tenho os melhores amigos do mundo porque apesar de tudo, não tenho passado por este processo sozinha. Mas também sei, hoje, que gostava de ter crescido muito mais com eles, na presença deles, do que o fiz. E isso, isso sim, é tarde demais.
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